Tu reprovas,
Cobra de mim o que não consegues ofertar.
E na sátira profana,
Tudo é perfeito.
Tu mentes e engana,
Eu finjo que aceito.
Saibas que no poço intelectual,
Eu entendo a tua moral.
Tu fazes tudo igual,
Mas não fazes por mal.
João Gabriel Castanhari 26/10/2011
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