Somos integrantes,
Fáticos da aberração.
Larvas rastejantes,
Fétidas na putrefação.
Seres asquerosos,
Enfatizando a vida.
Predadores harmoniosos,
Degustadores de ferida.
Sugadores de mente,
Manipuladores da morte.
Defecamos na semente,
Mutilamos por falta de sorte.
E na loucura abstrata,
O manipulado manipula.
Por uma satisfação imediata,
De cabeça em cabeça pula.
Como uma barata de esgoto,
Os pensamentos saltam e voam.
Trazendo apenas desgosto,
Os sinos da morte ressoam.
Perder a identidade,
Não é tão interessante assim.
Usar por vaidade,
E um escravo virar até o fim.
João Gabriel Castanhari 26/10/2011
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