Articulações inesperadas,
Provérbios do querer.
Mentes supostamente alienadas,
Futilidades a oferecer...
Olhar pálido,
Andar retorcido.
Reflexo cálido,
Corpo reprimido.
Seus pensamentos,
Não são apenas seus.
São reflexos de tormentos,
Causados por um certo Deus.
A arma do homem,
O Deus da morte e o Deus da vida.
Todos eles consomem,
Todos compartilham a mesma ferida.
E essa imagem distorcida,
Dona da vida e da verdade.
Terá sua vida decidida,
Com profanações de seriedade.
E no capital, capitalizado,
Capitalizo minha alma.
Ignoro o Deus na cruz pregado,
Pois o poder da mídia me acalma.
O que faz sua cabeça?
Entenda...
João Gabriel Castanhari 20/06/2011
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