Defeco palavras de putrefação,
Nada é plausível por onde ando.
Sou o ser fétido da alienação,
Parar, eu não sei quando...
Denigro a imagem dos condizentes,
Sou um ser sem semancol.
Espalho herpes entre os emergentes,
Sou uma molécula de colesterol...
Escarro sangue em sua verdade,
Sucateio sua opinião.
Demostro toda a minha vaidade,
Sou um ser sem coração.
Amplio o meu horizonte matando,
Sou desprezível sem querer.
Sua alma não precisarei estar roubando,
Você irá me oferecer...
Esse é meu império de realismo,
Do qual você aceita, morto, calado.
E por trás de todo esse capitalismo,
Sou o ser que vence ao seu lado...
Você compreende o que vive?
Entenda...
João Gabriel Castanhari 20/06/2011
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