O destino prega peças,
Rodopia na vida de quem vive.
E entre todas as peripécias,
A gente ainda sobrevive.
O mundo gira,
Gira pára para girar.
De ponta cabeça vira,
Não se sabe se vai parar.
E no final das contas,
Gira tanto que se perde.
Inical ou final das pontas,
A vida se inverte...
Fim se torna inicio,
No começo do final.
Tudo é apenas indicio,
Mera consequência mortal.
Simplesmente volta,
Para ao ponto de partida.
João Gabriel Castanhari 08/09/2013
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