O mundo muda, as coisas mudam e a historia se repete:
São as mesmas palavras;
O mesmo amargo na garganta;
A mesma ganância;
O mesmo prazer no desprazer.
Penso que a imaginação é o limite:
O limite da inveja;
Da incoerência coerente;
Da descultura;
Da desestrutura;
Do oportunismo.
Estava lendo coisas rotineiras e sem sentido na internet
e parei para pensar:
A futilidade é que nos faz feliz.
Possuímos todo um contentamento em simplesmente ser fútil.
Ouvir coisas fúteis;
Falar coisas fúteis;
Ler coisas fúteis;
(Se conseguir ler).
Escrever coisas fúteis;
(Se conseguir escrever).
Somos o povo mais feliz do planeta.
Conhecidos pela alegria e o acolhimento.
E sempre foi assim...
O acolhimento ao português colonizador;
(Roubando todos os nossos bens e abusando de nossas
mulheres).
O acolhimento ao estrangeiro;
(Que trabalha no nosso país, ganhando nosso dinheiro pra
depois levar para o dele.)
O acolhimento as multinacionais e marcas famosas.
(Fazedoras do dinheiro capitalista, trabalho escravo e
fortuna (deles).)
O brasileiro não se preocupa.
Não entende que não é de felicidade que se faz um país.
Um país é feito de questionamento!
Questionamento esse, que só é feito através da infutilidade.
Pois o conhecimento forma o critico e lhe dá
argumentos...
E pensando de verdade:
Somos todos acomodados, burros e fracassados.
O país em que levar vantagem é bonito.
(Em que acham que “esperteza” é passar a perna na primeira
oportunidade.)
E é nesse pensamento;
É nessa preocupação.
(Forjada por apenas pensar em se divertir e ter vantagem
sobre algo.)
É que perdemos.
Perdemos nossa moral perante o mundo.
(A qual nunca obtivemos.)
Perdemos a oportunidade de sermos melhor.
E talvez provar;
Que não precisamos ser um país de 3º mundo.
Por que esse título dado e merecido.
(É o jeitinho “malandro” de ganhar, que apenas nos faz
perder.)
João Gabriel Castanhari 21/08/2013
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