E na calada da noite;
Os pensamentos perturbados.
Entre lugares, uma pernoite;
Procuram totalmente atordoados.
Eles são vitimas do passado;
Que no futuro fez historia.
Deixando tudo isso de lado;
Reavivando a oratória.
São apenas pequenos seres;
Humanizados pelo desprezo.
Eles nunca terão poderes;
Voce não os verá por desavezo.
E então se cala;
A noite é longa e está começando.
Suas frases mudas cansaram sua fala;
Ninguém ouve o que estão falando.
Mas entre poucos;
Alguns notam toda essa dor.
Eles já estão roucos;
Não mais sabem o que é amor.
São dores suportadas;
Por seres invisíveis.
Entre todas essas palavras;
Eles apenas são vencíveis.
Uma lagrima que rola;
Na noite friamente ensolarada.
Embaixo dessa ponte cheirando cola;
Encontram forças pra mais uma noitada.
Sua mente entorpecida;
Seu remédio...
Sua vida enlouquecida;
Pelo tédio...
E eles apenas querem um cobertor;
Talvez um sorriso e um afago.
Para tentarem espantar um pouco da dor;
Mas o desavezo é tão amargo!
João Gabriel Castanhari 27/12/2012
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