Olhares tímidos,
Intercalados na emoção.
Desconhecidos,
Compartilhando uma sensação.
Algo estranho,
Simplesmente ilusório.
Fixação de um assanho,
Que no fim não é satisfatório.
E por momento desvendar,
Simplesmente essa é a meta.
No beijo desconhecido se entregar,
Na linha da vaidade seguir a reta...
E na disputa de egos,
O importante é a quantidade.
O álcool os deixam cegos,
O que menos importa é a qualidade.
Seres humanos robotizados,
Vivendo o estereotipo da vida.
Por uma moda são culpados,
Vulgarizam a emoção perdida.
Se esqueceram da cumplicidade,
Vivendo por puro instinto.
Eles se tocam por vaidade,
Agem como um animal faminto.
E no final de tudo,
Pura enganação.
Terminam a noite mudo,
Cabisbaixos na solidão...
João Gabriel Castanhari 6/09/2011
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