Escarrando sangue em sua face oriunda,
É assim que devo lhe tratar.
Chutarei sua bunda imunda,
Defecarei em seu paladar.
Desmontarei toda essa estória,
Denegrirei sua corrente vivida.
Tirarei sangue de sua discórdia,
Jogarei sal em sua ferida...
Afogarei toda sua confiança,
Mostrando toda essa verdade.
Lhe tratarei como criança,
Urinando em sua vaidade.
E todo esse herpes existente,
É o que desejo a você.
Quero que sofra como serpente,
Se arrastando no chão a me ver.
Obtuso,
Fraco,
Amargo,
Incolor...
É isso que farei,
Sempre negarei,
É isso que merece
O amor...
Desprezar o que lhe despreza é um direito seu.
Entenda AMOR...
João Gabriel Castanhari 02/08/2011
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