Ele rosna, se enfurece, pois seu estomago está reclamando, mas o coelho aflito, de sua toca não quer sair.
Sabendo do seu fim, procura uma maneira de despistar aquela pobre e inepta presença que o espera, enlouquecidamente.
Um animal irracional, fétido, com dentes pontiagudos, boca enorme e cérebro pequeno.
E no ápice da angustia, esperando o pior o coelhinho frágil e indefeso pensa:
“O predador aqui sou eu, pois tenho o diferencial da inteligência...”
E em qual dos dois lados você se coloca?
(Pense nisso)
João Gabriel Castanhari 19/06/2011
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