Compreender as palavras;
Repetir todas supracitadas.
Curiosidade era devoção.
E com 5:
Tudo era novidade;
Muitas pessoas de sua idade.
Novos princípios, socialização.
Aos 10, tinha:
Vontade de viver;
A tudo perceber.
Novidades era ascensão.
Fazendo 12:
O corpo conhecer;
Espinhas não querer.
Puberdade era sua visão.
Chegando aos 15:
Rebeldia suprema;
A vontade de ser aceito é extrema.
O aborrecente fez revelação.
Mas aos 20:
Rebeldia foi embora;
Lições de faculdade, decora.
Festas de fim de semana ou depressão.
Tendo 22:
Tudo é igual;
Trabalho, faculdade, vida banal.
Querer se formar logo, sua missão.
Agora com 25:
Formado, encaminhado;
Ascensão em seu recinto.
Seu sentimento, satisfação.
Aos 30, o que quer:
Voltar ao passado;
Aos tempos, que não ficava calado.
Imaginava a vida, uma grande lição.
Simplesmente aos 32:
Completamente satisfeito;
Ter tudo na vida, ter respeito.
Descobre que sucesso na vida não traz satisfação.
Pois aos 35, o que quer:
Voltar aos tempos de criança;
Onde não precisava usar aliança.
Tinha toda felicidade, sem evolução.
Aos 40, insatisfeito:
Perdendo o próprio respeito;
Assim se fez.
Se sente cansado, decepção.
E tendo 42:
Nada muda;
Simplesmente pede ajuda.
Viver é ter depressão.
Aos 45, frustrado:
Resolve se afastar;
Simplesmente voltar a estudar.
Relembra a faculdade, diversão.
Mas com 50, formado:
Nada foi como havia pensado;
Não se divertiu lá, ficou calado.
O peso da idade, fez isolação.
Tendo 52, aceita:
O passado não voltará;
Nada como antes será.
Resolve pensar no futuro, evolução.
E com 55, percebe:
Está se cansando de lutar;
Resolve descansar.
Sente a missão cumprida, manifestação.
Tendo 60:
Chega sua velhice;
E percebe a burrice.
Pensando no passado, viveu em vão.
Simplesmente 62:
Doente, calado, corpo pesado;
Vive de lembranças, tudo foi levado.
Neto, filhos, só lhe resta à solidão.
Mas com 65:
No asilo pensa;
Em tudo que foi vivido, sem recompensa.
Volta a ser criança, ausaimer, involução.
Pois com 70:
Inlucido morre;
Não tem ninguém, nada o socorre.
Seu fim chegou, com uma parada no coração...
João Gabriel Castanhari 23/05/2011
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